Penaforte-CE: Polícia prende acusado de dois homicídios e tido como homem perigoso no Pernambuco


Manoel estava com um revólver calibre 38 e váriso cartuchos intactos (Foto: Agência Miséria)
Denúncias anônimas sobre disparos em via pública efetuados neste domingo, levaram a polícia de Penaforte a prender um homem acusados de dois homicídios além da formação de quadrilha no Estado do Pernambuco. Por volta das 19h30min na Rua Josival Matias Leite, 90 (Vila Garrancho), o ex-presidiário Manoel Teles de Menezes, de 39 anos, foi encontrado naquela localidade e ainda resistiu à prisão feita por uma equipe da FTA (Força Tática de Apoio) formada pelos Soldados Alberto, Ribeiro e Marcolino.

Duas mulheres que estavam na companhia dele e identificadas como Simone Nunes Borges, de 29, nascida em Juazeiro (BA) e Maria Marli de Jesus, de 46 anos, natural de Verdejante (PE), foram igualmente levadas para a Delegacia de Penaforte. Elas tentaram esconder o revolver calibre 38 e mais nove cartuchos intactos de propriedade de Manoel além de garantirem o refúgio ao acusado de um homicídio em Penaforte e outro no município de Santa Maria da Boa Vista (PE).
Moto Honda com placa de Cabrobó (PE) foi apreendida no imóvel da Vila Garrancho onde Manoel se encontrava (Foto: Agência Miséria)

Por conta de um destes crimes, Manoel já cumpriu pena de três anos e meio de reclusão. Ele é acusado de ser um dos assassinos de Sandro Rogério do Nascimento crime ocorrido no dia 29 de dezembro de 2002 na Agrovila 8 em Santa Maria da Boa Vista. O rapaz foi algemado e executado morto com 17 tiros de diversos calibres, sendo que, no local do homicídio, a polícia pernambucana encontrou cerca de 150 cartuchos deflagrados. A vítima era apenas prima de um desafetos dos assassinos.

Em um dos processos na Comarca de Santa Maria, Manoel responde por homicídio, porte de arma e formação de quadrilha. O relatório de um dos desembargadores do Tribunal de Justiça do Pernambuco o aponta como membro de quadrilha que aterroriza a área. Por isso, em Março do ano passado, o Ministério Público de Santa Maria pediu o desaforamento do julgamento dele para Recife “diante da existência de dúvidas sobre a imparcialidade dos jurados, em razão do sentimento de medo que os membros da comunidade mantêm em relação ao acusado o qual integra um conhecido bando criminoso que atua na região”.

Fonte: Site Miséria
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